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sexta-feira, 29 de julho de 2011

AS ESTAÇÕES DA VIDA

Graça e Paz amados!

Nas minhas andanças pela net me deparei com este texto muito inspirador e resolvi compartilhar com vocês. Espero que ele seja tão tocante para vocês como foi para mim e venha edificar sua fé na crença de que o melhor sempre está por vir assim como o Senhor Jesus ainda virá, brilhante como sol de justiça! Professores e professoras nós precisamos crer que a luz virá e que as misericórdias do Senhor se renovam a cada dia, não se prenda as dificuldades do seu ministério mas se prenda naquele que nos trará a vitória, Jesus Cristo!

AS ESTAÇÕES DA VIDA

Cada estação do ano tem suas características bem específicas. O outono é a estação dos ventos fortes e das folhas que caem. É a vida que se renova. O inverno é a estação das chuvas fortes, do frio e da pouca luz. É a vida que se retrai. Na primavera, as cores revestem a natureza de uma beleza rara. É a esperança que desponta. E no verão, o brilho do sol e a força da luz exaltam a criação. É a vida em plenitude.

É interessante como a natureza conhece as suas estações e compreende a linguagem de cada uma delas. As estações do ano revelam a beleza presente na harmonia dos contrastes.

Tal como a natureza, a vida humana tem as suas estações. Nossa existência precisa ser compreendida, também, a partir dos seus contrastes. Perdas e danos; frio e calor; escuridão e brilho, fazem parte das múltiplas facetas da vida que se renova, que se refaz, e que triunfa vitoriosa, ainda que, de tempos em tempos, conheça a dor, as derrotas e o sofrimento. São as estações da vida, como momentos, necessários, da nossa existência.

Muitas vezes os ventos do outono sopram fortes contra nós, e, quais folhas, nossos sonhos vão embora, ao sabor dos ventos. Parece até que a vida vai sendo despedaçada e tudo vai desmoronar. São os ventos das grandes provações. Eles vêem em forma de enfermidades, lutos, perdas e desencantos. Embora seja a estação das folhas que caem, o outono é também o momento que a vida se renova. A Bíblia diz: "Depois da tempestade vem a bonança". Suportar o outono é renovar-se para a vitória.

Não é difícil perceber a chegada do inverno. O frio e a escuridão entristecem a alma. O coração reclama de uma lareira e um cobertor. É a estação da solidão, dos questionamentos profundos, de agudas crises existenciais. Tudo parece escuro ao nosso redor. Queremos algo que nos aqueça a alma e alguém que nos escute o coração. Mas, o inverno não dura para sempre! A Bíblia também afirma: "O pranto pode durar uma noite, mas a alegria vem ao amanhecer".

Quando tudo parece perdido, e pensamos não haver mais saídas, a semente começa a brotar. Nasce no coração uma esperança. É a vida que ressurge na força dos sonhos e, com eles, a existência se reveste de cores, outra vez. É a primavera chegando, trazendo a beleza que pensávamos perdida. Tudo parece se revestir de um novo sentido, como um poema de rara beleza.

No tempo certo, o sol volta a brilhar. É o verão que está chegando e com ele a luz que amplia a nossa visão, o calor que aquece nossos sonhos, e a força para resistirmos aos ventos fortes da dor. É a vida que triunfa. É a vitória, afinal. A Escritura Sagrada proclama Deus como o Sol da Justiça; e Jesus Cristo como a Luz da vida. Por isso, o verão é a estação da vida e da luz.

Seja qual for a estação pela qual você esteja passando, confie sempre em Deus, pois Ele é o Senhor da natureza e da vida. Seu poder é maior que a força dos ventos; sua presença embeleza a vida; seu Espírito aquece nossa alma e a Sua Palavra ilumina nosso caminho. Sejam quais forem, as circunstâncias, Ele tem poder para mudar o tempo e as estações.
 
Pr. Estevam Fernandes de Oliveira

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Missão Evangélica Caiuá

 Graça e Paz meus amados!
Hoje estou aqui como ajudante de missões, ou missionária, enfim venho mostrar um pouco sobre o Projeto Caiuá da Igreja Presbiteriana do Brasil. Neste trabalho a IPB leva o evangelho, apoio espirutal e apoio médico para tribos indígenas na região do Mato Grosso do Sul. Todas as IPB estão em campanha de arrecadação de donativos para enviar para o projeto missionário e estão formando caravanas com os membros das igrejas para conhecer e trabalhar um pouco na Missão Caiuá...Pra quem não conhece o projeto vai abaixo um post extraído do próprio site da IPB www.ipb.org.br e também tem diversos vídeos no www.youtube.com.br, inclusive uma reportagem do Jornal Nacional que foi feita lá na Missão. Quem puder doar, doe, quem puder ajudar, ajude e quem puder orar, ore...Nosso povo precisa e nós podemos ajudar! Na IPB Sta Cruz do Rio Pardo os interessados em doar ou participar da caravana podem procurar o Rev. Jair Paraguai, a SAF, os presbíteros da igreja ou visitar o site da IPB. Vamos lutar juntos nesta causa!


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                                              A Missão Caiuá

A Missão Evangélica Caiuá, agência missionária que atua entre os indígenas, foi criada em 28 de agosto de 1928, fruto do sonho de Albert Maxwell, pastor presbiteriano norte-americano que veio ao Brasil para investir na expansão do evangelho, após ter vendido todos os bens que possuía nos Estados Unidos
Ao se instalar em solo brasileiro, o rev. Maxwell dedicou atenção especial aos índios da região de Dourados (MS), da tribo Kaiwá. Deparou-se com a difícil situação daquele povo, composto, em sua maioria, por crianças e mulheres, que trabalhavam na colheita do mate. O rev. Maxwell concluiu que deveria cuidar, não só da dimensão espiritual do índio Kaiwá, como também de seu corpo e mente.
Para tanto, o pastor contou com o apoio da Comissão Brasileira de Cooperação das Igrejas Evangélicas, que reuniu representantes da Igreja Presbiteriana do Brasil, da Igreja Presbiteriana Independente e da Igreja Metodista. Assim, em 1928, foi organizada a Associação Evangélica de Catequese dos Índios, com sede em São Paulo, mas que distribuiria os obreiros em regiões específicas do país.
A primeira missão criada através da associação foi a Missão Evangélica Caiuá, contando com os seguintes missionários: rev. Albert Maxwell e sua esposa Mabel Maxwell, da Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos, o médico, dr. Nelson de Araújo, da Igreja Metodista, o agrônomo, Sr. João José da Silva, sua esposa Guilhermina Alves da Silva e o filho, de seis meses de idade, Erasmo, da Igreja Presbiteriana do Brasil. A missão contava também com o professor Esthon Marques, da Igreja Presbiteriana Independente.
Ao longo desses anos, a Missão Caiuá perdeu alguns colaboradores, como o próprio rev. Maxwell, vítima de uma doença nos pulmões, mas ganhou adesão de muitos outros voluntários. Juntos, e sob a direção do rev. Orlando Andrade, criaram uma escola para alfabetização de adultos e educação primária, um ambulatório médico, um orfanato e, sobretudo, diversos pontos de pregação do evangelho.
Em 1956 foi enviada à missão a dra Lorraine Briedgmanm e a família Taylor, da Missão Wicliff, para trabalhar na tradução da Bíblia Sagrada para a língua kaiwá. O novo testamento foi concluído em 1985, e a dra. Lorraine atua até hoje na tradução do velho testamento.

SAÚDE
Em 1963 foi inaugurado, em Dourados, o Hospital e Maternidade Indígena Porta da Esperança, com 38 leitos, hoje ampliado para 50 vagas. Atende, exclusiva e gratuitamente, a população indígena, os obreiros e funcionários da missão. Anos mais tarde, em 1978, foi inaugurado a Unidade de Tratamento de Tuberculose, com 50 leitos.

ENSINO

O rev. Orlando e sua esposa Lóide sonhavam em criar um instituto bíblico que pudesse preparar o índio para a pregação do evangelho. Em 1978, durante a comemoração dos 50 anos da Missão, foi lançada a pedra fundamental do edifício, onde mais tarde passou a funcionar o Instituto Bíblico Felipe Landes. Muitos indígenas dedicam seu tempo ao estudo da palavra e atuam também como missionários.


SITUAÇÃO ATUAL

A Missão Caiuá, com sede em Dourados, hoje dirigida pelo rev. Beijamim Bernades e sua esposa Margarida, atua nas aldeias da região (Caarapó, Amambai, Taqwapiry, Sassoró, Porto Lindo e Gwassuty, Jacaré, Limão Verde, Campestre, Kokwey, Panambi) e também junto aos índios Xavantes, no município de Nova Xavantina (MT). Cada uma delas possui uma igreja.

Desde o ano de 2001, a missão mantém convênio com a Fundação Nacional de Saúde (FUNASA) para dar atendimento à população indígena de todo o Mato Grosso do Sul, combatendo a tuberculose, já controlada entre os Kaiwás, e a desnutrição infantil.

O grande alvo da missão é buscar novos campos e alcançar as demais tribos indígenas brasileiras que nunca ouviram falar do evangelho.  Para tanto, conta com o trabalho de seus 84 missionários colaboradores (38 indígenas e 46 não indígenas).

Recentemente foi organizada a Igreja Indígena, com pastores e liderança própria.

Informações: Caixa Postal 04, CEP: 79804-970 – Dourados – MS
Telefone: (67) 421-4197
E-mail: mcaiua@uol.com.br